ESALQ recebe a visita da delegação da Ellen MacArthur Foundation

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Delegação da Ellen MacArthur Foundation (Foto: Gerhard Waller)
Editoria: 

A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ) recebeu, em 30/08, a visita da delegação da Ellen MacArthur Foundation, representada pelo diretor de inovação, Ken Webster, e pela gerente do programa de educação superior, Jo Miller. A visita faz parte do convênio que a USP tem, há um ano, no qual o programa ajuda a desenvolver currículos, programas de pesquisa, parcerias e colaboração dentro do tema da economia circular.

O professor Weber Antonio Neves do Amaral, do Departamento de Ciências Florestais, comentou que a economia circular é um tema novo para o Brasil e que tem chamado a atenção pelos projetos desenvolvidos na União Europeia. “A Economia Circular é um guarda-chuva de princípios que diz respeito como pensamos no novo modelo de desenvolvimento, como caminhamos para uma transição que é além da sustentabilidade e que traz modelos de pensarmos o nosso negócio. Hoje, a tendência mundial é esse caminho para uma economia circular. A Fundação Ellen MacArthur é uma liderança junto às esferas mundiais”, disse Amaral.

A Ellen MacArthur Foundation foi estabelecida em 2010 com a missão de acelerar a transição rumo a uma economia circular. Desde a sua criação, a Fundação se tornou uma das líderes globais de pensamento, inserindo a economia circular na agenda de tomadores de decisão em empresas, governos e na academia. O trabalho da Ellen MacArthur Foundation concentra-se em áreas interconectadas: Insight & Análises; Empresas e Governos; Educação; Comunicação; e Iniciativas Sistêmicas.

A USP é uma das sete universidades pioneiras do mundo escolhidas entre 100 para fomentar esse tema. Amaral destacou a importância de fazer parte desse convênio. “Nós construímos, a partir da agenda que já começamos a desenvolver ano passado, e agora estamos indo para a discussão de projetos específicos da segunda etapa, que é mais focada dentro do trabalho de desenvolvimento de projetos e de transformação de como ensinamos, pesquisamos ou como desenvolvemos uma agenda de longo prazo para a USP”, finalizou o professor.

Texto: Caio Nogueira

Revisão: Caio Albuquerque